SÉRIE DE ESTUDOS DIRIGIDOS
NEUROCIÊNCIA PSICOBIOLOGIA - Síndromes com
repercussão na deficiência intelectual.
TOMO I
NEUROCIÊNCIA PSICOBIOLOGIA - Síndromes com
repercussão na deficiência intelectual.
CEO 8724188
NEUROCIÊNCIA PSICOBIOLOGIA
Sumário
NEUROCIÊNCIA PSICOBIOLOGIA - Síndromes com
repercussão na deficiência intelectual.
Precedentes
Do autor.
SILVA, Professor César Augusto
Venâncio da. Neurociências Psicobiologia
Síndromes. Tomo II – 2012pt.slideshare.net ›
neurocincias-psicobiologia-sndromes-tomo-ii-2012 - 11 de abr. de 2016 - ...
Síndromes com repercussão na deficiência intelectual, distúrbios e transtornos
... TOMO II – SÉRIE 2/24 - 2 NEUROCIÊNCIAS - PSICOBIOLOGIA BIOLOGIA NEURONAL.
... Sendo que ela está presente em deficiências mental funcional do processo
... INESPEC. http://wwwlivroseletronicos.blogspot.com/.
SILVA, Professor César Augusto
Venâncio da. Primeiro volume do livro edição oficial.
publicar, Notas de estudo de Biologia. Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo (PUC-SP). Biologia; Engenharia, 326 páginas - SÍNDROMES COM REPERCUSSÃO
NA DOENÇA MENTAL E DEFICIÊNCIA INTELECTUAL.
SILVA, Professor César Augusto
Venâncio da. Livros específicos na área de
Neurociência.
Professor César Augusto VENANCIO DA SILVA, é escritor científico na
área de Neurociência Clínica, na linha de Estudos de Mapeamento Cerebral
com fins de identificação de distúrbios e transtornos sindrômicos com
repercussão na cognição – Deficiência Intelectual, com livros publicados
conforme relação.
Livros específicos na área de Neurociência.
SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS PSICOBIOLOGIA –
Princípios Gerais – Tomo I. 1ª. Edição.
Julho de 2012. Fortaleza, Ceará, Brasil. 153 Páginas.
http://www.slideshare.net/inespec/neurocincias-psicobiologia-princpios-gerais-tomo-i
http://www.slideshare.net/cesaraugustovenanciosilva/savedfiles?s_title=neurocincias-psicobiologia-princpios-gerais-tomo-i&user_login=inespec
http://pt.scribd.com/doc/100199298/EDICAO-PARA-IMPRESSAO-I-PARA-GRAFICA
http://pt.scribd.com/doc/100199298/EDICAO-PARA-IMPRESSAO-I-PARA-GRAFICA
http://pt.scribd.com/doc/100199298/EDICAO-PARA-IMPRESSAO-I-PARA-GRAFICA#page=1
http://pt.scribd.com/doc/100199298/EDICAO-PARA-IMPRESSAO-I-PARA-GRAFICA#page=1&fullscreen=1
SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS PSICOBIOLOGIA –
Síndromes com repercussão na deficiência intelectual, distúrbios e transtornos
neuropsicobiológicos – Tomo II. 1ª.
Edição. Agosto de 2012. Fortaleza, Ceará, Brasil. 909 Páginas.
http://www.slideshare.net/inespec/neurocincias-psicobiologia-sndromes-tomo-ii
http://pt.scribd.com/doc/103309968/NEUROCIENCIAS-PSICOBIOLOGIA-Sindromes-com-repercussao-na-deficiencia-intelectual-disturbios-e-transtornos-neuropsicobiologico-TOMO-II-2012-Profes
http://pt.scribd.com/doc/103309968/NEUROCIENCIAS-PSICOBIOLOGIA-Sindromes-com-repercussao-na-deficiencia-intelectual-disturbios-e-transtornos-neuropsicobiologico-TOMO-II-2012-Profes#page=1
http://pt.scribd.com/doc/103309968/NEUROCIENCIAS-PSICOBIOLOGIA-Sindromes-com-repercussao-na-deficiencia-intelectual-disturbios-e-transtornos-neuropsicobiologico-TOMO-II-2012-Profes#page=1&fullscreen=1
http://inespecead673852.blogspot.com.br/2013/08/primeira-semana-licenciatura-em-biologia.html
http://eadinespec220374.spaceblog.com.br/2145835/Professor-Cesar-Augusto-Venancio-da-Silva-Pesquisador-CAEE-INESPEC/
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfUh8AA/biologia-neuronal-bibliografia-geral-capitulo-i-tomo-iii#
SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS PSICOBIOLOGIA –
Síndromes com repercussão na deficiência intelectual, distúrbios e transtornos
neuropsicobiológicos – SÍNDROMES –
SEGUNDA PARTE – Autismo e X-Frágil -
Tomo III – Volume II – SUBTOMO I . 1ª. Edição. Outubro de 2012. Fortaleza,
Ceará, Brasil. 326 Páginas.
http://pt.scribd.com/doc/125635250/LIVRO-REVISADO-VOLUME-II-TOMO-II-FEV-2013-NEUROCIENCIAS
http://pt.scribd.com/doc/125635250/LIVRO-REVISADO-VOLUME-II-TOMO-II-FEV-2013-NEUROCIENCIAS
http://pt.scribd.com/doc/125635250/LIVRO-REVISADO-VOLUME-II-TOMO-II-FEV-2013-NEUROCIENCIAS#page=1
http://pt.scribd.com/doc/125635250/LIVRO-REVISADO-VOLUME-II-TOMO-II-FEV-2013-NEUROCIENCIAS#page=1&fullscreen=1
http://pt.scribd.com/doc/110841227/NEUROCIENCIA-NEUROPSICOBIOLOGIA
http://pt.scribd.com/doc/110841227/NEUROCIENCIA-NEUROPSICOBIOLOGIA
http://pt.scribd.com/doc/110841227/NEUROCIENCIA-NEUROPSICOBIOLOGIA#page=1
http://pt.scribd.com/doc/110841227/NEUROCIENCIA-NEUROPSICOBIOLOGIA#page=1&fullscreen=1
http://pt.scribd.com/doc/110843763/PRIMEIRO-VOLUME-DO-LIVRO-EDICAO-OFICIAL-PUBLICAR-SUMARIO
http://pt.scribd.com/doc/110843763/PRIMEIRO-VOLUME-DO-LIVRO-EDICAO-OFICIAL-PUBLICAR-SUMARIO
http://pt.scribd.com/doc/110843763/PRIMEIRO-VOLUME-DO-LIVRO-EDICAO-OFICIAL-PUBLICAR-SUMARIO#page=1
http://pt.scribd.com/doc/110843763/PRIMEIRO-VOLUME-DO-LIVRO-EDICAO-OFICIAL-PUBLICAR-SUMARIO#page=1&fullscreen=1
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfZusAH/primeiro-volume-livro-edicao-oficial-publicar#
SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS PSICOBIOLOGIA –
Síndromes com repercussão na deficiência intelectual, distúrbios e transtornos
neuropsicobiológicos – SÍNDROMES –
SEGUNDA PARTE – Autismo e X-Frágil -
Tomo III – – SUBTOMO II . 1ª.
Edição. Fevereiro de 2012. Fortaleza, Ceará, Brasil. 683 Páginas.
http://pt.scribd.com/doc/125635250/LIVRO-REVISADO-VOLUME-II-TOMO-II-FEV-2013-NEUROCIENCIAS
SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS APLICADA CLÍNICA
PSICOPEDAGÓGICA: Introdução ao Autismo.
– 2ª. Edição. Dezembro de 2013. Fortaleza, Ceará, Brasil. 463 Páginas.
1.a Edição Julho de 2012 – Fortaleza – Ceará – Brasil
SEGUNDA EDIÇÃO – REVISADA E AMPLIADA. 2.a Edição – Dezembro de 2013 –
Fortaleza – Ceará - BrasilNEUROCIÊNCIA APLICADA- CLÍNICA PSICOPEDAGÓGICA:
Introdução ao Autismo
Especialista Professor César Augusto Venâncio da Silva Mestrando em
Psicologia Clínica – Programa de Neurociência Clínica. NEUROCIÊNCIAS
PSICOBIOLOGIA. BIOLOGIA NEURONAL. PRINCÍPIOS GERAIS. TOMO I. 2013
http://pt.scribd.com/doc/187484556/Livro-de-Neurociencia-Tomo-i
http://pt.slideshare.net/inespec/neurocincias-psicobiologia-princpios-gerais-tomo-i
http://www.bookess.com/read/19741-neurociencia-aplicada-a-clinica-psicopedagogica-autismo-2a-edicao/
Capitulo I
NEUROCIÊNCIA
Síndromes com repercussão na deficiência intelectual,
distúrbios e transtornos neuropsicobiológico.
Conhecendo e interpretando quadros sindrômicos
específicos.
- Introdução.
O AEE deve ser tratado com visão metodológica, pois, “uma má
combinação de métodos educativos aplicados à criança com transtornos de
aprendizagem agrava o problema...”.
A aprendizagem é o resultado de uma organização dos esquemas
mentais desenvolvidos em diferentes estágios com influência do ambiente,
assimilação dos valores culturais e demais aspectos funcionais, conceituada
como a capacidade de compreender, conhecer e observar as informações obtidas.
Para Graça (2003 p.06,) ”a aprendizagem é gradual, isto é, vamos aprendendo
pouco a pouco, durante toda a vida”. Trata-se de um esquema próprio para
estabelecer a individualidade amparada em quatro (4) elementos essenciais:
I.
O comunicador ou emissor:
Figurado pelo professor ou máquinas capazes de ensinar transmitindo informações
e conhecimentos.
II.
A mensagem: Conteúdo educativo
repassado com precisão e objetividade.
III.
O receptor da mensagem: Aluno o
qual deve receber a instrução disseminada.
IV.
O meio ambiente: Local que seja
propício para a efetivação da aprendizagem; escola, família, sociedade, etc.
Esses elementos possuem um papel muito importante, se algum deles
falhar, ocorrerá problemas de aprendizagem. No entanto, princípios como; saúde
física, mental, concentração, memória e inteligência necessitam ser
considerados. Durante a aprendizagem os sujeitos passam por uma transformação e
se tornam um novo sujeito. Visto que a aprendizagem é um processo pelo qual as
competências, habilidades, conhecimentos, comportamento ou valores do sujeito
são adquiridos ou modificados de acordo com as experiências vividas por ele,
sejam resultadas do seu estudo, formação, do raciocínio ou da observação de uma
situação. (BARBOSA 2015, p.24). A
avaliação de um transtorno requer que o profissional, docente especialista,
psicopedagogo ou e, neurocientista, estejam dispostos a dedicar-se para saber
se existem fatores sociais, neurológicos, biológicos e psicológicos envolvidos
na permanência do mesmo. Associar um tratamento farmacológico ao atendimento
psicopedagógico, é indicado nos casos em que a capacidade de concentração e
atenção, encontra-se em estágio de crescente debilitação.
O Manual de Diagnóstico e Estatístico das Perturbações Mentais –
5ª Edição (DSM-5; Diagnostic and Statistical Manuaof Mental Disorders),
publicado pela American Psychiatric Association (APA), é uma das principais
referências para a classicação das perturbações neurodesenvolvimentais e
mentais a nível internacional (tal como a International Classication of
Diseases – ICD, publicado pela Organização Mundial da Saúde). A mais recente edição deste manual foi publicada em 2013 nos
Estados Unidos da América, e em outubro de 2014 foi traduzido e editado em Português.
Defendo (SILVA, 2020) que na prática o Neurocientista que atua no
campo educacional, o Psicopedagogo Clínico e o Docente Especialista em
Atendimento Educacional Especializado, atuem na avaliação evolutiva dos seus
casos específicos, tomando como base, na área da educação especializada, o referencial
previsto no DSM-5, em face das descrições das “Alterações nos Critérios de
Diagnóstico da Perturbação da Aprendizagem Específica”.
1.1.Sintomas para investigação das
causas e dos Transtornos de Aprendizagem.
Alguns fatores podem levar a questionamento que com uma avaliação
técnica pode responder algumas questões, exemplos:
a)
O discente, aluno, aprendente, tem
apresentado algo diferente no desempenho pedagógico?
b)
A escrita, a leitura ou a capacidade
com a matemática levantam suspeitas de redução ou incapacidade cognitiva
deixando aa desejar?
Transtornos de aprendizagem podem ser considerados como uma
inabilidade específica que esteja ligada às habilidades mencionadas acima
(escrita, leitura, matemática) em alunos que apresentam resultados aquém do
esperado para o nível de escolaridade, desenvolvimento e capacidade cognitiva. Importante
nunca confundir o transtorno com a dificuldade de aprendizagem, pois ambos têm
causas completamente diferentes, além de soluções distintas para os casos
apresentados pelos estudantes. Para entender as causas do transtorno vamos
tomar como base o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais – 5
(DSM-V) observaremos que a origem do transtorno de aprendizagem está no aspecto
biológico, pois se trata de um transtorno do neurodesenvolvimento. É
interessante observar e se fixar na reiteração que a origem inclui também uma
interação de fatores genéticos, ambientais e epigenéticos, o que influencia a
capacidade do cérebro para processar ou perceber as informações, tanto verbais
como não verbais. Além disso, alguns estudos da neurociência esclarecem que as
bases dos nexos causais do transtorno de aprendizagem podem estar relacionadas
a aspectos multifatoriais. No entanto esse aspecto deve ser visto como uma
hipótese que precisa ser avaliada caso-a-caso, sendo necessária uma pesquisa
com apresentação de detalhes avaliativos para conclusão diagnóstica
racionalmente aceita.
Na contextualização do tema aqui tratado é importante saber que o
transtorno de aprendizagem é citado tanto pelo DSM-V como o CID-10 (Código
Internacional de Doenças), na qual se consta uma “suposição de primazia de
fatores biológicos, os quais não interagem com fatores não-biológicos”.
Os manuais trazem conceitos que não devem ser considerados como
consequência do distúrbio, exemplos:
I.
Doença cerebral ou traumatismo;
II.
Algum comprometimento visual ou auditivo que não foi corrigido;
III.
Comprometimento na inteligência global;
IV.
Falta de oportunidade em aprender;
V.
Mudança de escola (ocasionando descontinuidade educacional).
Os educadores, psicopedagos e neurocientistas ao analisar os
aspectos do transtorno devem levar em consideração para analise a influência da
gestação. Pesquisas sugerem que a origem do Transtorno de Aprendizagem a partir
das conexões de informações em determinadas regiões cerebrais, podem ocorrer no
período da gestação.
1.2.O diagnóstico dos Transtornos de
Aprendizagem.
O quanto mais cedo for detectado, se próspera uma intervenção eficaz. Assim, não basta
está no AEE com título de especialista, é preciso conhecer e identificar os
principais pontos que devem ser levados em conta na identificação e posteriores
procedimentos de intervenção psicopedagógica ou neurocientífica do TA. O TA
está mais presente do que se pode imaginar. O Transtorno de Aprendizagem é um
distúrbio que está interligado a alguns déficits que incidem sobre a capacidade
pedagógica da criança. Exemplifiquemos que a discalculia e disgrafia, são
algumas das dificuldades que podem ser sentidas pelas crianças desde o começo
da alfabetização. Por isso, é muito importante saber como diagnosticar essas
características e não confundir com a Dificuldade de Aprendizagem (que pode ser
causada por fatores externos, como a metodologia de ensino, por exemplo).
1.2.1. Diagnóstico.
Algumas crianças com transtornos de aprendizagem têm dificuldade
de seguir as convenções sociais (p. ex., revezar-se, aproximar-se muito do
ouvinte, não entender piadas); essas dificuldades muitas vezes também são
componentes dos distúrbios do espectro do autismo leves. Outros sinais precoces
são: atenção com curta duração, hiperatividade, problemas de motricidade fina
(p. ex., desenhos ou cópias de má qualidade) e variabilidade no desempenho e
comportamento durante todo o tempo. Podem também ocorrer impulsividade,
comportamentos sem metas definidas e hiperatividade, problemas de disciplina,
agressividade, desistem ou evitam situações, timidez e medos excessivos. Como
se pode observar, distúrbios de aprendizagem e de déficit de
atenção/hiperatividade (DDAH) frequentemente ocorrem juntos.
A avaliação multidisciplinar com o acompanhamento de profissionais
especialistas, como psicopedagogos, fonoaudiólogos, neurologistas infantis e psicólogos
são importantes para se buscar definir um diagnóstico. Neste momento
interdisciplinar se define quais testes devem ser utilizados para avaliar a
criança. Reunir a equipe multidisciplinar a fim de chegar ao diagnóstico com
precisão é base. De outro lado os professores da criança devem analisar o
rendimento escolar e as dificuldades encontradas. A partir disso, modificar a
proposta didática e observar o quadro apresentado pelo aluno. Logo após,
providenciar e enviar a equipe multidisciplinar o relatório que descreve a
situação do aprendente. A atuação do profissional como especialista requer
conhecer com bases cientificas e doutrinarias profundamente os transtornos
baseando-se em discussões com os profissionais que entendem e tratam do
assunto. Observado essas fases se chega a um referencial metodológico para o
encaminhamento para (fechamento) do diagnóstico. Os pontos aqui sugeridos são basicamente
fundamentais para servir de parâmetro aos procedimentos que estabelecerão os
passos futuros do tratamento. Lembrando sempre que o quadro global da criança
deve ser comparado e associado aos critérios do DSM-5 (manual de transtornos
mentais e referência internacional a fim de alinhar o padrão clínico na
população com os parâmetros deste instrumento). Crianças com transtornos de aprendizagem são
identificáveis quando se reconhece uma discrepância entre o seu potencial e o
desempenho acadêmico. Para determinar as deficiências nas habilidades e
processos cognitivos, são necessárias avaliações da fala, linguagem, cognitiva,
educacional, médica e psicológica. Também são necessárias avaliações do
comportamento social e emocional para planejar o tratamento e monitorar o
progresso.
1.2.1.1.Avaliação.
1.2.1.1.1 - A avaliação
cognitiva tipicamente inclui testes de inteligência verbal e não verbal e
costuma ser feita por um psicólogo educacional. Os testes psicoeducacionais
podem ser adequados na descrição da forma pela qual a criança processa a
informações (de modo holístico, ou analítico, visual ou auditivo). Avaliações
neuropsicológicas são particularmente úteis para crianças com lesão cerebral ou
doenças, para mapear as áreas cerebrais que correspondem à fragilidade e
tensões funcionais específicas. Avaliações da fala e linguagem estabelecem a
integridade da compreensão e uso da linguagem, processamento fonológico e
memória verbal, e também podem avaliar a linguagem (social) pragmática.
1.2.1.1.2 - Avaliação
educacional e do desempenho pelas observações dos professores quanto ao
comportamento na sala de aula e desempenho acadêmico é essencial. As avaliações
medem as habilidades no reconhecimento, compreensão, fluência e decodificação
da palavra. Amostras da escrita devem se obtidas para avaliar a ortografia,
sintaxe e fluência de ideias. Habilidades matemáticas devem ser avaliadas em
termos de computação, conhecimento das operações, compreensão dos conceitos e
interpretação dos "problemas do mundo".
1.2.1.1.3 - Avaliação
médica inclui um detalhamento da história familiar e da criança, exame
físico, neurológico e do desenvolvimento neural, para buscar-se a base do
distúrbio. As anormalidades físicas e sinais neurológicos, embora infrequentes,
podem indicar causas médicas tratáveis. Problemas de coordenação motora podem
indicar déficits neurológicos ou retardo do desenvolvimento neural. Os níveis
de desenvolvimento são avaliados de acordo com critérios padronizados.
1.2.1.1.4 - Avaliação psicológica
identifica DDAH, distúrbios de conduta, ansiedade, depressão e reduzida
autoestima, que estão frequentemente associados, e devem ser diferenciados das
dificuldades de aprendizagem. Devem ser avaliadas as atitudes na escola, a
motivação, o relacionamento com os pares e a autoconfiança.
Os transtornos de aprendizagem podem ser congênitos ou adquiridos.
Não se pode afirmar a existência de causa única definida, mas supõe-se que
déficits neurológicos estejam envolvidos, quer outras manifestações neurológicas
estejam ou não presentes (i.e., além do transtorno de aprendizagem). As
influências genéticas estão frequentemente envolvidas. Outras causas possíveis
incluem: as doenças maternas, ou uso de drogas tóxicas durante a gestação;
complicação durante a gestação ou no trabalho de parto (p. ex., posição,
toxemia, trabalho de parto prolongado, parto rápido); problemas neonatais (p.
ex., prematuridade, baixo peso ao nascimento, icterícia grave, asfixia
perinatal, pós-maturidade, insuficiência respiratória); Fatores potenciais
pós-natais incluem exposição a toxinas ambientais (p. ex., o chumbo), infecções
do SNC, neoplasias e seus tratamentos, trauma, desnutrição e isolamento ou
privação social grave.
1.2.1.2.Psicopedagogia e Neurociência -
Critérios clínicos e tratamento nos transtornos da aprendizagem.
O diagnóstico dos transtornos de aprendizagem é clínico e
baseia-se nos critérios do Diagnostic and Statistical Manual of Mental
Disorders,Fifth Edition (DSM-5), e exige evidências de que pelo menos um dos
seguintes esteve presente por ≥ 6 meses, apesar da intervenção alvo: Leitura de palavras imprecisa, lenta e/ou que
requer esforço; Dificuldade para compreender o significado do material escrito;
Dificuldade de grafia; Dificuldade para escrever (p. ex., vários erros gramaticais
e de pontuação; ideias não expressas claramente); Dificuldade para dominar o
sentido numérico (p. ex., compreender a magnitude relativa e relacionamento dos
números; em crianças maiores, dificuldade de fazer cálculos simples); Dificuldade
de raciocinar matematicamente (p. ex., usar conceitos matemáticos para resolver
problemas).
É importante que o especialista tenha em mente que as habilidades
devem estar substancialmente abaixo do nível esperado para a idade da criança e
também prejudicar significativamente o desempenho na escola ou nas atividades
diárias.
1.2.1.2.1. Tratamento.
Neste contexto temos a abordagem educacional; a terapia médica,
comportamental e psicológica e ocasionalmente, tratamento medicamentoso. O
tratamento dos transtornos de aprendizagem focaliza a conduta educacional, mas
também pode envolver terapia médica, comportamental e psicológica. Os programas
de ensino com uma abordagem estratégica compensam os medicamentos (i.e.,
ensinar a criança como aprender). Uma má combinação de métodos educativos
aplicados à criança com transtornos de aprendizagem agrava o problema. Algumas
crianças necessitam de instruções especializadas em apenas uma área enquanto
continuam a frequentar classes regulares. Outras crianças precisam de programas
educacionais separados e intensos. As leis norte-americanas colocam estas
crianças em salas de aulas de crianças sem estas dificuldades. A legislação
brasileira impõe a inclusão. Atendimento em contra turno (V. Temática:
1.2.1.2.1.1).
Os fármacos afetam minimamente as aquisições acadêmicas,
inteligência e habilidades de aprendizagem, embora certos fármacos (p. ex.,
psicoestimulantes como o metilfenidato e várias preparações anfetamínicas)
possam melhorar a atenção e a concentração, permitindo que a criança possa responder
mais eficientemente às instruções. Muitos medicamentos e remédios populares e
terapias não foram comprovados (p. ex., eliminar temperos alimentares, uso de
antioxidantes ou megadoses de vitaminas, estimulação sensorial e movimentação
passiva, terapia sensorial integrada, mediante exercícios posturais,
treinamento do nervo auditivo e treinamento optométrico para melhorar a
percepção visual e processos de coordenação sensoriomotor).
1.2.1.2.1.1. Normas legais - A
legislação brasileira impõe a inclusão. Atendimento.
1.2.1.2.1.1.1 NOTA TÉCNICA – Federais.
i.
Nota Técnica nº 04 - Orientação quanto a
documentos comprobatórios de alunos com deficiência, transtornos globais do
desenvolvimento e altas habilidades/superdotação no Censo Escolar.
ii.
Nota Técnica nº 24 - Orientação aos Sistemas
de Ensino para a implementação da Lei nº 12.764-2012.
iii.
Nota Técnica nº 28 - Uso do Sistema de FM na
Escolarização de Estudantes com Deficiência Auditiva.
iv.
Nota Técnica nº 29 - Termo de Referência para
aquisição de brinquedos e mobiliários acessíveis.
v.
Nota Técnica nº 35 / 2016 / DPEE / SECADI / MEC -
Recomenda a adoção imediata dos critérios para o funcionamento, avaliação e
supervisão das instituições públicas e privadas comunitárias, confessionais ou
filantrópicas sem fins lucrativos especializadas em educação especial.
1.2.1.2.1.1.2 LEIS – Federais.
i.
Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do
Adolescente.
ii.
Lei nº 10.098/94 - Estabelece normas gerais e
critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de
deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.
iii.
Lei nº 10.436/02 - Dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências.
1.2.1.2.1.1.3 DECRETOS – Federais.
i.
Decreto Nº 186/08 - Aprova o texto da
Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e de seu Protocolo
Facultativo, assinados em Nova Iorque, em 30 de março de 2007.
ii.
Decreto nº 6.949/09
- Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março
de 2007.
iii.
Decreto Nº 6.214/07
- Regulamenta o benefício de prestação continuada da assistência social devido
à pessoa com deficiência.
iv.
Decreto Nº 6.571/08
- Dispõe sobre o atendimento educacional especializado - AEE.
v.
Decreto nº 5.626/05
- Regulamenta a Lei 10.436 que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais -
LIBRAS.
vi.
Decreto nº 5.296/04
- Regulamenta as Leis n° 10.048 e 10.098 com ênfase na Promoção de
Acessibilidade.
vii.
Decreto nº 3.956/01
– (Convenção da Guatemala) Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação
de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de
Deficiência.
1.2.1.2.1.1.4 PORTARIAS – Federais.
i.
Portaria nº 243, de 15 de abril de 2016 -
Estabelece os critérios para o funcionamento, a avaliação e a supervisão de
instituições públicas e privadas que prestam atendimento educacional a
alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas
habilidades/superdotação.
ii.
Portaria
nº 976/06 – Critérios de acessibilidade aos eventos do MEC.
iii.
Portaria
nº 3.284/03 - Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras
de deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento
de cursos, e de credenciamento de instituições.
1.2.1.2.1.1.5 RESOLUÇÕES – Federais.
i.
Resolução
nº4 CNE/CEB.
1.2.1.2.1.1.6.1 DOCUMENTOS INTERNACIONAIS
1.2.1.2.1.1.6.2 Convenção - ONU Sobre os Direitos das Pessoas
com Deficiência 2007.
1.2.1.2.1.1.6.3 Carta para o Terceiro
Milênio.
1.2.1.2.1.1.6.4 Declaração de Salamanca.
1.2.1.2.1.1.6.5 Convenção da Guatemala.
1.2.1.2.1.1.6.6 Declaração dos Direitos das
Pessoas Deficientes.
1.2.1.2.1.1.6.7 Declaração Internacional de
Montreal sobre Inclusão.
1.2.1.3.Referência de pesquisas
bibliográficas.
APA - Associação Americana de Psiquiatria. DSM-IV-TR: Manual
diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Porto Alegre: Artes Médicas,
2000.
ARANHA, M. L. A. História da Educação e da Pedagogia. Geral e
Brasil. São Paulo: Moderna, 2006.
ARGOLLO, N. Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade:
aspectos neuropsicológicos. Psicologia Escolar e Educacional, 2003. v. 7. n. 2.
p. 197-201.
ARIÈS, P. História Social da criança e da família. São Paulo:
Zahar, 2006.
ALMEIDA, Amanda; Almeida Maria; Almeida Maykon. Manual para
tratamento de disgrafia. 1ª edição. São Paulo. Ed. Abril, 2010.
BARBOSA, Priscila de Souza. Dificuldades de aprendizagem.
Disponível em: <oincrivelze.com. br/ > . Acesso em 28 de fevereiro, 2018.
BARKLEY, R. A. et al. Transtorno de Déficit de
Atenção/Hiperatividade. Manual para Diagnóstico e Tratamento. 3. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2008.
BEATÓN, G. A. La persona en lo Histórico-Cultural. São Paulo:
Linear, 2005.BENCZIK, E. P. Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade.
Atualização Diagnóstica e Terapêutica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.
BOARINI, M. L.. A loucura no leito de Procusto. Maringá: Dental
Press, 2006.
BOCK , A. M. B. Psicologia da Educação: cumplicidade ideológica.
In: MEIRA, M. E. M.; ANTUNES, M. A. M. (Orgs.). Psicologia Escolar: Teorias
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1.2.2. Identificando sinais no TA.
Considerando a apresentação dos pontos aqui referenciados, ou seja,
os sinais prováveis da presença de TA, será elaborado um “QUESTIONÁRIO
PSICOPEDAGÓGICO” para ser experimentado durante as nossas práticas
laboratoriais que serão desenvolvidas em breve (Agosto, 2020) no CENTRO DE
ENSINO E CULTURA UNIVERSITÁRIA e no INSTITUTO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E
CULTURA.
Ressalte que no âmbito da Psicopedagogia Clínica o diagnóstico é
clínico e observacional. Não existem exames que possam identificar a presença
do TA. De outro defendemos que na Neurociência poderemos fazer uso do
Mapeamento Cerebral como forma de identificar disfunção neurobiológica que
possam sugerir os TAs.
1.2.2.1.QUESTIONÁRIO PSICOPEDAGÓGICO.
Vamos sugerir uma avaliação com base nas seguintes situações:
Primeiro sinal: A criança que apresentar algum traço do TA vai mostrar em
pequenos detalhes, principalmente no ambiente escolar. Nesse caso, o pequeno
pode mostrar inteligência, habilidades e atividades gerais de sua vida, mas ela
demonstra dificuldade em desempenhar algumas funções acadêmicas. Dificuldades
cognitivas.
Segundo sinal: quando a criança apresenta dificuldade de memorização de atividades
que envolvam linguagem, leituras, formas gráficas e números.
Terceiro sinal: percepção de atraso no desenvolvimento neuropsicomotor em áreas
motoras ou em outras (linguagem, adaptabilidade de interação e autorregulação
social).
Quarto sinal: hereditariedade pode ser um fator para a ocorrência de TA na
criança. Isto porque há a possibilidade de algum parente do pequeno ter
apresentado as mesmas características na vida escolar. Pais, tios, primos,
avós; o que pode ter levado a algum deles ter abandonado os estudos.
Quinto sinal: a prematuridade, o baixo peso ao nascerem, complicações ocorridas
durante o parto, meningites, crises convulsivas, traumas cranianos com
complicações também são fatores identificados em crianças com TA.
1.3.Transtorno de Aprendizagem.
Transtornos de aprendizagem específicos afetam a capacidade
de compreender ou utilizar a
linguagem falada; compreender ou usar a linguagem escrita; fazer cálculos
matemáticos; coordenar os movimentos; focar a atenção em uma tarefa.
São transtornos que causam discrepâncias entre o potencial e os
níveis reais de desempenho acadêmico, assim como as previsões das habilidades
intelectuais da pessoa. Os transtornos de aprendizagem envolvem deficiências ou
dificuldades na concentração, atenção, linguagem ou processamento visual de
informações. O diagnóstico inclui avaliações médicas, psicológicas,
intelectuais, educacionais, de fala e linguagem. O tratamento consiste
primeiramente na abordagem educacional e, às vezes, terapêuticas médicas,
comportamental e psicológica.
Na prática podemos observar que os transtornos podem envolver
distúrbios de atenção, memória, percepção, linguagem, solução de problemas ou
interação social. Outros transtornos do desenvolvimento neurológico comuns
incluem déficit de atenção/hiperatividade, distúrbios do espectro do autismo e
deficiência intelectual.
Distúrbios do neurodesenvolvimento são condições neurológicas
identificados em primeiros anos da infância, e sua identificação é mais
frequente na fase escolar. Os Transtornos de Aprendizagem estão nesta
classificação, de transtorno neurodesenvolvimental. Transtornos
neurodesenvolvimental prejudicam o desenvolvimento fisiológico orgânico,
pessoal, social, acadêmico, além de ocupacional, em muitas situações envolvem
dificuldades de aquisição, e operacionalidade de habilidades ou conjuntos de
informações específicas.
O aprendizado é um processo que resulta em modificações
estruturais e funcionais do SNC - Sistema Nervoso Central, sendo complexo e
dinâmico. O transtorno de aprendizagem
pode ser classificado levando em conta as funções cognitivas afetadas. A
importância dada aos problemas relacionados à aprendizagem tem aumentado
significativamente na atualidade e isso se deve em grande parte ao fato de que
o sucesso do indivíduo está ligado ao bom desempenho escolar.
Para Adams (1973), as dificuldades específicas para a aprendizagem
se referem àquela situação que ocorre com crianças que não conseguem um grau de
adiantamento escolar compatível com sua capacidade cognitiva e que não
apresentam problemas auditivos, visuais, sensoriais ou psicológicos importantes
que possam explicar tais dificuldades. O transtorno de aprendizagem se traduz
por um conjunto de sinais sintomatológicos que provocam uma série de
perturbações no aprender da criança, interferindo no processo de aquisição e
manutenção de informações de uma forma acentuada.
É importante estabelecer uma diferenciação entre o que é uma
dificuldade de aprendizagem e o que é um quadro de transtorno de aprendizagem.
Muitas crianças em fase escolar apresentam certas dificuldades em realizar uma
tarefa, que podem surgir por diversos motivos, como problemas na proposta
pedagógica, capacitação do professor, problemas familiares ou déficits
cognitivos, entre outros.
Transtornos de aprendizagem específicos afetam a capacidade
de Compreender ou utilizar a linguagem
falada; Compreender ou usar a linguagem escrita; Fazer cálculos matemáticos;
Coordenar os movimentos; Focar a atenção em uma tarefa. São transtornos que causam discrepâncias
entre o potencial e os níveis reais de desempenho acadêmico, assim como as
previsões das habilidades intelectuais da pessoa. Os transtornos de
aprendizagem envolvem deficiências ou dificuldades na concentração, atenção,
linguagem ou processamento visual de informações. O diagnóstico inclui
avaliações médicas, psicológicas, intelectuais, educacionais, de fala e
linguagem. O tratamento consiste primeiramente na abordagem educacional e, às
vezes, terapêuticas médicas, comportamental e psicológica.
Na prática podemos observar que os transtornos podem envolver
distúrbios de atenção, memória, percepção, linguagem, solução de problemas ou
interação social. Outros transtornos do desenvolvimento neurológico comuns
incluem déficit de atenção/hiperatividade, distúrbios do espectro do autismo e
deficiência intelectual.
Distúrbios do neurodesenvolvimento são condições neurológicas
identificados em primeiros anos da infância, e sua identificação é mais
frequente na fase escolar. Os Transtornos de Aprendizagem estão nesta
classificação, de transtorno neurodesenvolvimental. Transtornos neurodesenvolvimental
prejudicam o desenvolvimento fisiológico orgânico, pessoal, social, acadêmico,
além de ocupacional, em muitas situações envolvem dificuldades de aquisição, e
operacionalidade de habilidades ou conjuntos de informações específicas.
1.3.1. SNC - Sistema Nervoso Central.
Em anatomia, definimos como sistema nervoso central (SNC), ou
neuroeixo, ao conjunto do encéfalo e da medula espinhal dos vertebrados. É no
SNC que chegam as informações relacionadas aos sentidos (audição, visão,
olfato, paladar e tato) e é dele que partem ordens destinadas aos músculos e
glândulas. O sistema nervoso é parte
constitutiva da anatomia e fisiologia do ser humano. A, exemplo, dos demais
sistemas tem a sua relevância e complexidade.
Podemos dizer que o sistema nervoso tem funções básicas:
a) sensorial;
b) integradora e
c) motora.
O sistema nervoso se divide em sistema nervoso central e sistema
nervoso periférico. O sistema nervoso
central (SNC) controla funções voluntárias do nosso corpo, como caminhar, rir e
ler. Já o sistema nervoso periférico (SNP) cuida de ações involuntárias, como o
batimento do coração, a digestão e a respiração.
Vamos entender conceitos para se adotar posturas profissionais que
possam levar a resultados positivos em face da autodeterminação da
neurociência. Estudaremos em seguida um resumo conceitual, a diferença entre
sistema nervoso central e sistema nervoso periférico apresentando, para isso,
as funções e anatomia desses dois sistemas.
1.3.1.1.
Neurociência: Neuroanatomia e Neurofisiologia do Sistema Nervoso.
Para poder melhor explicar a diferença entre sistema nervoso
central e sistema nervoso periférico, devemos entender alguns conceitos sobre
as funções do sistema nervoso central (SNC) e quais as principais partes que o
compõem.
Neuroanatomia é o ramo da anatomia que estuda a organização anatômica do
sistema nervoso. Nos animais vertebrados, estuda as inumeráveis ligações entre
os nervos do cérebro até a região "periférica" do corpo a qual tem
conexão a estrutura interna do cérebro. O
estudo da neuroanatomia desenvolveu uma disciplina em si, embora também
represente uma especialização dentro da neurociência. Investiga também, com
igual importância, o delineamento das regiões do cérebro, a distinção entre as
estruturas e mantêm centralizado seu foco de atenção para a investigação de
como este complexo sistema trabalha. Na prática podemos asseverar que os
neurocientistas aprenderam na observação sobre "lesões" em áreas
específicas do cérebro e como afeta o comportamento na relação com outras
funções neurais.
Neurofisiologia é um ramo da fisiologia que tem como objeto de estudo o
funcionamento do sistema nervoso. Faz parte do campo científico denominado
neurociência. Relaciona-se com a eletrofisiologia, neuroanatomia,
neurobiologia, neuroendocrinologia e neuroimunologia; contribuindo para ciências
médicas aplicadas como a neurologia e neurofisiologia clínica.
Para melhor compreensão temática dos estudos da Neurociência, o
autor recomenda: Categoria: Neuroanatomia.
ESTUDOS DIRIGIDOS.
- Aqueduto cerebral.
- Bulbo raquidiano.
- Centro apnéustico.
- Centro pneumotáxico.
- Cisterna (neuroanatomia).
- Citoarquitetura do córtex cerebral.
- Colículo inferior.
- Colículo superior.
- Comissura anterior.
- Corpo de Lewy.
- Córtex cerebral.
- Diencéfalo.
- Dura-máter.
- Endocrânio.
- Formação reticular.
- Fórnix (cérebro).
- Funículo anterior.
- Funículo lateral.
- Funículo posterior.
- Gânglio estrelado.
- Gânglio simpático.
- Girencéfalo.
- Giro.
- Giro do cíngulo.
- Glândula pineal.
- Globo pálido.
- Grupos de células catecolaminérgicas.
- Hemisfério cerebral.
- Líquido cefalorraquidiano.
- Lobo frontal.
- Lobo límbico.
- Lobo occipital.
- Lobo parietal.
- Meninge.
- Mesencéfalo.
- Neocórtex.
- Nervo espinhal.
- Núcleo (neuroanatomia).
- Núcleo
caudado.
- Núcleo dorsal da rafe.
- Núcleo rubro.
- Núcleo do trato solitário.
- Núcleo vestibular.
- Núcleos da base.
- Opérculo parietal.
- Pirâmides da medula oblonga.
- Ponte (sistema nervoso).
- Putâmen.
- Quarto ventrículo.
- Raiz nervosa.
- Sistema coluna dorsal-lemnisco medial.
- Sistema límbico.
- Sistema ventricular.
- Substância branca.
- Substância cinzenta.
- Substância negra.
- Sulco lateral.
- Tálamo (anatomia).
- Terceiro ventrículo.
- Trato corticoespinhal anterior.
- Trato corticoespinhal lateral.
- Trato espinocerebelar.
- Trato espinocerebelar anterior.
- Trato espinocerebelar posterior.
- Trato espinotalâmico.
- Trato espinotalâmico anterior.
- Trato espinotalâmico lateral.
- Tronco cerebral.
- Ventrículos laterais.
- Vermis.
O SNC é formado por duas partes principais: o encéfalo e a medula
espinhal.

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