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sexta-feira, 8 de maio de 2020

ATUALIZANDO: NEUROCIÊNCIAS PSICOBIOLOGIA - Síndromes com repercussão na deficiência intelectual. Precedentes












SÉRIE  DE ESTUDOS DIRIGIDOS
NEUROCIÊNCIA PSICOBIOLOGIA - Síndromes com repercussão na deficiência intelectual.






















TOMO I























NEUROCIÊNCIA PSICOBIOLOGIA - Síndromes com repercussão na deficiência intelectual.
CEO 8724188






















NEUROCIÊNCIA PSICOBIOLOGIA













Sumário




































NEUROCIÊNCIA PSICOBIOLOGIA - Síndromes com repercussão na deficiência intelectual.
Precedentes










Do autor.
SILVA, Professor César Augusto Venâncio da.  Neurociências Psicobiologia Síndromes. Tomo II – 2012pt.slideshare.net › neurocincias-psicobiologia-sndromes-tomo-ii-2012 - 11 de abr. de 2016 - ... Síndromes com repercussão na deficiência intelectual, distúrbios e transtornos ... TOMO II – SÉRIE 2/24 - 2 NEUROCIÊNCIAS - PSICOBIOLOGIA BIOLOGIA NEURONAL. ... Sendo que ela está presente em deficiências mental funcional do processo ... INESPEC. http://wwwlivroseletronicos.blogspot.com/.
SILVA, Professor César Augusto Venâncio da.  Primeiro volume do livro edição oficial. publicar, Notas de estudo de Biologia. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Biologia; Engenharia, 326 páginas - SÍNDROMES COM REPERCUSSÃO NA DOENÇA MENTAL E DEFICIÊNCIA INTELECTUAL.
SILVA, Professor César Augusto Venâncio da.  Livros específicos na área de Neurociência.
Professor César Augusto VENANCIO DA SILVA, é escritor científico na área  de Neurociência Clínica,  na linha de Estudos de Mapeamento Cerebral com fins de identificação de distúrbios e transtornos sindrômicos com repercussão na cognição – Deficiência Intelectual, com livros publicados conforme relação.
Livros específicos na área de Neurociência.
SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS PSICOBIOLOGIA – Princípios Gerais  – Tomo I. 1ª. Edição. Julho de 2012. Fortaleza, Ceará, Brasil. 153 Páginas.
http://www.slideshare.net/inespec/neurocincias-psicobiologia-princpios-gerais-tomo-i
http://www.slideshare.net/cesaraugustovenanciosilva/savedfiles?s_title=neurocincias-psicobiologia-princpios-gerais-tomo-i&user_login=inespec
http://pt.scribd.com/doc/100199298/EDICAO-PARA-IMPRESSAO-I-PARA-GRAFICA
http://pt.scribd.com/doc/100199298/EDICAO-PARA-IMPRESSAO-I-PARA-GRAFICA
http://pt.scribd.com/doc/100199298/EDICAO-PARA-IMPRESSAO-I-PARA-GRAFICA#page=1
http://pt.scribd.com/doc/100199298/EDICAO-PARA-IMPRESSAO-I-PARA-GRAFICA#page=1&fullscreen=1
SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS PSICOBIOLOGIA – Síndromes com repercussão na deficiência intelectual, distúrbios e transtornos neuropsicobiológicos  – Tomo II. 1ª. Edição. Agosto de 2012. Fortaleza, Ceará, Brasil. 909 Páginas.
http://www.slideshare.net/inespec/neurocincias-psicobiologia-sndromes-tomo-ii
http://pt.scribd.com/doc/103309968/NEUROCIENCIAS-PSICOBIOLOGIA-Sindromes-com-repercussao-na-deficiencia-intelectual-disturbios-e-transtornos-neuropsicobiologico-TOMO-II-2012-Profes
http://pt.scribd.com/doc/103309968/NEUROCIENCIAS-PSICOBIOLOGIA-Sindromes-com-repercussao-na-deficiencia-intelectual-disturbios-e-transtornos-neuropsicobiologico-TOMO-II-2012-Profes#page=1
http://pt.scribd.com/doc/103309968/NEUROCIENCIAS-PSICOBIOLOGIA-Sindromes-com-repercussao-na-deficiencia-intelectual-disturbios-e-transtornos-neuropsicobiologico-TOMO-II-2012-Profes#page=1&fullscreen=1
http://inespecead673852.blogspot.com.br/2013/08/primeira-semana-licenciatura-em-biologia.html
http://eadinespec220374.spaceblog.com.br/2145835/Professor-Cesar-Augusto-Venancio-da-Silva-Pesquisador-CAEE-INESPEC/
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfUh8AA/biologia-neuronal-bibliografia-geral-capitulo-i-tomo-iii#
SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS PSICOBIOLOGIA – Síndromes com repercussão na deficiência intelectual, distúrbios e transtornos neuropsicobiológicos  – SÍNDROMES – SEGUNDA PARTE – Autismo e X-Frágil -  Tomo III – Volume II – SUBTOMO I . 1ª. Edição. Outubro de 2012. Fortaleza, Ceará, Brasil. 326 Páginas.
http://pt.scribd.com/doc/125635250/LIVRO-REVISADO-VOLUME-II-TOMO-II-FEV-2013-NEUROCIENCIAS
http://pt.scribd.com/doc/125635250/LIVRO-REVISADO-VOLUME-II-TOMO-II-FEV-2013-NEUROCIENCIAS
http://pt.scribd.com/doc/125635250/LIVRO-REVISADO-VOLUME-II-TOMO-II-FEV-2013-NEUROCIENCIAS#page=1
http://pt.scribd.com/doc/125635250/LIVRO-REVISADO-VOLUME-II-TOMO-II-FEV-2013-NEUROCIENCIAS#page=1&fullscreen=1
http://pt.scribd.com/doc/110841227/NEUROCIENCIA-NEUROPSICOBIOLOGIA
http://pt.scribd.com/doc/110841227/NEUROCIENCIA-NEUROPSICOBIOLOGIA
http://pt.scribd.com/doc/110841227/NEUROCIENCIA-NEUROPSICOBIOLOGIA#page=1
http://pt.scribd.com/doc/110841227/NEUROCIENCIA-NEUROPSICOBIOLOGIA#page=1&fullscreen=1
http://pt.scribd.com/doc/110843763/PRIMEIRO-VOLUME-DO-LIVRO-EDICAO-OFICIAL-PUBLICAR-SUMARIO
http://pt.scribd.com/doc/110843763/PRIMEIRO-VOLUME-DO-LIVRO-EDICAO-OFICIAL-PUBLICAR-SUMARIO
http://pt.scribd.com/doc/110843763/PRIMEIRO-VOLUME-DO-LIVRO-EDICAO-OFICIAL-PUBLICAR-SUMARIO#page=1
http://pt.scribd.com/doc/110843763/PRIMEIRO-VOLUME-DO-LIVRO-EDICAO-OFICIAL-PUBLICAR-SUMARIO#page=1&fullscreen=1
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfZusAH/primeiro-volume-livro-edicao-oficial-publicar#
SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS PSICOBIOLOGIA – Síndromes com repercussão na deficiência intelectual, distúrbios e transtornos neuropsicobiológicos  – SÍNDROMES – SEGUNDA PARTE – Autismo e X-Frágil -  Tomo III –  – SUBTOMO II . 1ª. Edição. Fevereiro de 2012. Fortaleza, Ceará, Brasil. 683 Páginas.
http://pt.scribd.com/doc/125635250/LIVRO-REVISADO-VOLUME-II-TOMO-II-FEV-2013-NEUROCIENCIAS
SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS APLICADA CLÍNICA PSICOPEDAGÓGICA: Introdução ao Autismo.  – 2ª. Edição. Dezembro de 2013. Fortaleza, Ceará, Brasil. 463 Páginas.
1.a Edição Julho de 2012 – Fortaleza – Ceará – Brasil
SEGUNDA EDIÇÃO – REVISADA E AMPLIADA. 2.a Edição – Dezembro de 2013 – Fortaleza – Ceará - BrasilNEUROCIÊNCIA APLICADA- CLÍNICA PSICOPEDAGÓGICA: Introdução ao Autismo
Especialista Professor César Augusto Venâncio da Silva Mestrando em Psicologia Clínica – Programa de Neurociência Clínica. NEUROCIÊNCIAS PSICOBIOLOGIA. BIOLOGIA NEURONAL. PRINCÍPIOS GERAIS. TOMO I. 2013
http://pt.scribd.com/doc/187484556/Livro-de-Neurociencia-Tomo-i
http://pt.slideshare.net/inespec/neurocincias-psicobiologia-princpios-gerais-tomo-i
http://www.bookess.com/read/19741-neurociencia-aplicada-a-clinica-psicopedagogica-autismo-2a-edicao/














Capitulo I
NEUROCIÊNCIA
Síndromes com repercussão na deficiência intelectual, distúrbios e transtornos neuropsicobiológico.
Conhecendo e interpretando quadros sindrômicos específicos.












  1. Introdução.
O AEE deve ser tratado com visão metodológica, pois, “uma má combinação de métodos educativos aplicados à criança com transtornos de aprendizagem agrava o problema...”.
A aprendizagem é o resultado de uma organização dos esquemas mentais desenvolvidos em diferentes estágios com influência do ambiente, assimilação dos valores culturais e demais aspectos funcionais, conceituada como a capacidade de compreender, conhecer e observar as informações obtidas. Para Graça (2003 p.06,) ”a aprendizagem é gradual, isto é, vamos aprendendo pouco a pouco, durante toda a vida”. Trata-se de um esquema próprio para estabelecer a individualidade amparada em quatro (4) elementos essenciais:
                                                                                                       I.            O comunicador ou emissor: Figurado pelo professor ou máquinas capazes de ensinar transmitindo informações e conhecimentos.
                                                                                                     II.            A mensagem: Conteúdo educativo repassado com precisão e objetividade.
                                                                                                   III.            O receptor da mensagem: Aluno o qual deve receber a instrução disseminada.
                                                                                                  IV.            O meio ambiente: Local que seja propício para a efetivação da aprendizagem; escola, família, sociedade, etc.
Esses elementos possuem um papel muito importante, se algum deles falhar, ocorrerá problemas de aprendizagem. No entanto, princípios como; saúde física, mental, concentração, memória e inteligência necessitam ser considerados. Durante a aprendizagem os sujeitos passam por uma transformação e se tornam um novo sujeito. Visto que a aprendizagem é um processo pelo qual as competências, habilidades, conhecimentos, comportamento ou valores do sujeito são adquiridos ou modificados de acordo com as experiências vividas por ele, sejam resultadas do seu estudo, formação, do raciocínio ou da observação de uma situação. (BARBOSA 2015, p.24).  A avaliação de um transtorno requer que o profissional, docente especialista, psicopedagogo ou e, neurocientista, estejam dispostos a dedicar-se para saber se existem fatores sociais, neurológicos, biológicos e psicológicos envolvidos na permanência do mesmo. Associar um tratamento farmacológico ao atendimento psicopedagógico, é indicado nos casos em que a capacidade de concentração e atenção, encontra-se em estágio de crescente debilitação.
O Manual de Diagnóstico e Estatístico das Perturbações Mentais – 5ª Edição (DSM-5; Diagnostic and Statistical Manuaof Mental Disorders), publicado pela American Psychiatric Association (APA), é uma das principais referências para a classicação das perturbações neurodesenvolvimentais e mentais a nível internacional (tal como a International Classication of Diseases – ICD, publicado pela Organização Mundial da Saúde). A mais recente edição deste manual foi publicada em 2013 nos Estados Unidos da América, e em outubro de 2014 foi traduzido e editado em Português.
Defendo (SILVA, 2020) que na prática o Neurocientista que atua no campo educacional, o Psicopedagogo Clínico e o Docente Especialista em Atendimento Educacional Especializado, atuem na avaliação evolutiva dos seus casos específicos, tomando como base, na área da educação especializada, o referencial previsto no DSM-5, em face das descrições das “Alterações nos Critérios de Diagnóstico da Perturbação da Aprendizagem Específica”.
1.1.Sintomas para investigação das causas e dos Transtornos de Aprendizagem.
Alguns fatores podem levar a questionamento que com uma avaliação técnica pode responder algumas questões, exemplos:
a)      O discente, aluno, aprendente, tem apresentado algo diferente no desempenho pedagógico?
b)      A escrita, a leitura ou a capacidade com a matemática levantam suspeitas de redução ou incapacidade cognitiva deixando aa desejar?
Transtornos de aprendizagem podem ser considerados como uma inabilidade específica que esteja ligada às habilidades mencionadas acima (escrita, leitura, matemática) em alunos que apresentam resultados aquém do esperado para o nível de escolaridade, desenvolvimento e capacidade cognitiva. Importante nunca confundir o transtorno com a dificuldade de aprendizagem, pois ambos têm causas completamente diferentes, além de soluções distintas para os casos apresentados pelos estudantes. Para entender as causas do transtorno vamos tomar como base o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais – 5 (DSM-V) observaremos que a origem do transtorno de aprendizagem está no aspecto biológico, pois se trata de um transtorno do neurodesenvolvimento. É interessante observar e se fixar na reiteração que a origem inclui também uma interação de fatores genéticos, ambientais e epigenéticos, o que influencia a capacidade do cérebro para processar ou perceber as informações, tanto verbais como não verbais. Além disso, alguns estudos da neurociência esclarecem que as bases dos nexos causais do transtorno de aprendizagem podem estar relacionadas a aspectos multifatoriais. No entanto esse aspecto deve ser visto como uma hipótese que precisa ser avaliada caso-a-caso, sendo necessária uma pesquisa com apresentação de detalhes avaliativos para conclusão diagnóstica racionalmente aceita.
Na contextualização do tema aqui tratado é importante saber que o transtorno de aprendizagem é citado tanto pelo DSM-V como o CID-10 (Código Internacional de Doenças), na qual se consta uma “suposição de primazia de fatores biológicos, os quais não interagem com fatores não-biológicos”. 
Os manuais trazem conceitos que não devem ser considerados como consequência do distúrbio, exemplos:
                           I.            Doença cerebral ou traumatismo;
                         II.            Algum comprometimento visual ou auditivo que não foi corrigido;
                       III.            Comprometimento na inteligência global;
                       IV.            Falta de oportunidade em aprender;
                         V.            Mudança de escola (ocasionando descontinuidade educacional).
Os educadores, psicopedagos e neurocientistas ao analisar os aspectos do transtorno devem levar em consideração para analise a influência da gestação. Pesquisas sugerem que a origem do Transtorno de Aprendizagem a partir das conexões de informações em determinadas regiões cerebrais, podem ocorrer no período da gestação.
1.2.O diagnóstico dos Transtornos de Aprendizagem.
O quanto mais cedo for detectado, se próspera   uma intervenção eficaz. Assim, não basta está no AEE com título de especialista, é preciso conhecer e identificar os principais pontos que devem ser levados em conta na identificação e posteriores procedimentos de intervenção psicopedagógica ou neurocientífica do TA. O TA está mais presente do que se pode imaginar. O Transtorno de Aprendizagem é um distúrbio que está interligado a alguns déficits que incidem sobre a capacidade pedagógica da criança. Exemplifiquemos que a discalculia e disgrafia, são algumas das dificuldades que podem ser sentidas pelas crianças desde o começo da alfabetização. Por isso, é muito importante saber como diagnosticar essas características e não confundir com a Dificuldade de Aprendizagem (que pode ser causada por fatores externos, como a metodologia de ensino, por exemplo).
1.2.1.      Diagnóstico.
Algumas crianças com transtornos de aprendizagem têm dificuldade de seguir as convenções sociais (p. ex., revezar-se, aproximar-se muito do ouvinte, não entender piadas); essas dificuldades muitas vezes também são componentes dos distúrbios do espectro do autismo leves. Outros sinais precoces são: atenção com curta duração, hiperatividade, problemas de motricidade fina (p. ex., desenhos ou cópias de má qualidade) e variabilidade no desempenho e comportamento durante todo o tempo. Podem também ocorrer impulsividade, comportamentos sem metas definidas e hiperatividade, problemas de disciplina, agressividade, desistem ou evitam situações, timidez e medos excessivos. Como se pode observar, distúrbios de aprendizagem e de déficit de atenção/hiperatividade (DDAH) frequentemente ocorrem juntos.
A avaliação multidisciplinar com o acompanhamento de profissionais especialistas, como psicopedagogos, fonoaudiólogos, neurologistas infantis e psicólogos são importantes para se buscar definir um diagnóstico. Neste momento interdisciplinar se define quais testes devem ser utilizados para avaliar a criança. Reunir a equipe multidisciplinar a fim de chegar ao diagnóstico com precisão é base. De outro lado os professores da criança devem analisar o rendimento escolar e as dificuldades encontradas. A partir disso, modificar a proposta didática e observar o quadro apresentado pelo aluno. Logo após, providenciar e enviar a equipe multidisciplinar o relatório que descreve a situação do aprendente. A atuação do profissional como especialista requer conhecer com bases cientificas e doutrinarias profundamente os transtornos baseando-se em discussões com os profissionais que entendem e tratam do assunto. Observado essas fases se chega a um referencial metodológico para o encaminhamento para (fechamento) do diagnóstico. Os pontos aqui sugeridos são basicamente fundamentais para servir de parâmetro aos procedimentos que estabelecerão os passos futuros do tratamento. Lembrando sempre que o quadro global da criança deve ser comparado e associado aos critérios do DSM-5 (manual de transtornos mentais e referência internacional a fim de alinhar o padrão clínico na população com os parâmetros deste instrumento).  Crianças com transtornos de aprendizagem são identificáveis quando se reconhece uma discrepância entre o seu potencial e o desempenho acadêmico. Para determinar as deficiências nas habilidades e processos cognitivos, são necessárias avaliações da fala, linguagem, cognitiva, educacional, médica e psicológica. Também são necessárias avaliações do comportamento social e emocional para planejar o tratamento e monitorar o progresso.
1.2.1.1.Avaliação.
1.2.1.1.1 - A avaliação cognitiva tipicamente inclui testes de inteligência verbal e não verbal e costuma ser feita por um psicólogo educacional. Os testes psicoeducacionais podem ser adequados na descrição da forma pela qual a criança processa a informações (de modo holístico, ou analítico, visual ou auditivo). Avaliações neuropsicológicas são particularmente úteis para crianças com lesão cerebral ou doenças, para mapear as áreas cerebrais que correspondem à fragilidade e tensões funcionais específicas. Avaliações da fala e linguagem estabelecem a integridade da compreensão e uso da linguagem, processamento fonológico e memória verbal, e também podem avaliar a linguagem (social) pragmática.
1.2.1.1.2 - Avaliação educacional e do desempenho pelas observações dos professores quanto ao comportamento na sala de aula e desempenho acadêmico é essencial. As avaliações medem as habilidades no reconhecimento, compreensão, fluência e decodificação da palavra. Amostras da escrita devem se obtidas para avaliar a ortografia, sintaxe e fluência de ideias. Habilidades matemáticas devem ser avaliadas em termos de computação, conhecimento das operações, compreensão dos conceitos e interpretação dos "problemas do mundo".
1.2.1.1.3 - Avaliação médica inclui um detalhamento da história familiar e da criança, exame físico, neurológico e do desenvolvimento neural, para buscar-se a base do distúrbio. As anormalidades físicas e sinais neurológicos, embora infrequentes, podem indicar causas médicas tratáveis. Problemas de coordenação motora podem indicar déficits neurológicos ou retardo do desenvolvimento neural. Os níveis de desenvolvimento são avaliados de acordo com critérios padronizados.
1.2.1.1.4 - Avaliação psicológica identifica DDAH, distúrbios de conduta, ansiedade, depressão e reduzida autoestima, que estão frequentemente associados, e devem ser diferenciados das dificuldades de aprendizagem. Devem ser avaliadas as atitudes na escola, a motivação, o relacionamento com os pares e a autoconfiança.
Os transtornos de aprendizagem podem ser congênitos ou adquiridos. Não se pode afirmar a existência de causa única definida, mas supõe-se que déficits neurológicos estejam envolvidos, quer outras manifestações neurológicas estejam ou não presentes (i.e., além do transtorno de aprendizagem). As influências genéticas estão frequentemente envolvidas. Outras causas possíveis incluem: as doenças maternas, ou uso de drogas tóxicas durante a gestação; complicação durante a gestação ou no trabalho de parto (p. ex., posição, toxemia, trabalho de parto prolongado, parto rápido); problemas neonatais (p. ex., prematuridade, baixo peso ao nascimento, icterícia grave, asfixia perinatal, pós-maturidade, insuficiência respiratória); Fatores potenciais pós-natais incluem exposição a toxinas ambientais (p. ex., o chumbo), infecções do SNC, neoplasias e seus tratamentos, trauma, desnutrição e isolamento ou privação social grave.
1.2.1.2.Psicopedagogia e Neurociência - Critérios clínicos e tratamento nos transtornos da aprendizagem.
O diagnóstico dos transtornos de aprendizagem é clínico e baseia-se nos critérios do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders,Fifth Edition (DSM-5), e exige evidências de que pelo menos um dos seguintes esteve presente por ≥ 6 meses, apesar da intervenção alvo:  Leitura de palavras imprecisa, lenta e/ou que requer esforço; Dificuldade para compreender o significado do material escrito; Dificuldade de grafia; Dificuldade para escrever (p. ex., vários erros gramaticais e de pontuação; ideias não expressas claramente); Dificuldade para dominar o sentido numérico (p. ex., compreender a magnitude relativa e relacionamento dos números; em crianças maiores, dificuldade de fazer cálculos simples); Dificuldade de raciocinar matematicamente (p. ex., usar conceitos matemáticos para resolver problemas).
É importante que o especialista tenha em mente que as habilidades devem estar substancialmente abaixo do nível esperado para a idade da criança e também prejudicar significativamente o desempenho na escola ou nas atividades diárias.
1.2.1.2.1.       Tratamento.
Neste contexto temos a abordagem educacional; a terapia médica, comportamental e psicológica e ocasionalmente, tratamento medicamentoso. O tratamento dos transtornos de aprendizagem focaliza a conduta educacional, mas também pode envolver terapia médica, comportamental e psicológica. Os programas de ensino com uma abordagem estratégica compensam os medicamentos (i.e., ensinar a criança como aprender). Uma má combinação de métodos educativos aplicados à criança com transtornos de aprendizagem agrava o problema. Algumas crianças necessitam de instruções especializadas em apenas uma área enquanto continuam a frequentar classes regulares. Outras crianças precisam de programas educacionais separados e intensos. As leis norte-americanas colocam estas crianças em salas de aulas de crianças sem estas dificuldades. A legislação brasileira impõe a inclusão. Atendimento em contra turno (V. Temática: 1.2.1.2.1.1).
Os fármacos afetam minimamente as aquisições acadêmicas, inteligência e habilidades de aprendizagem, embora certos fármacos (p. ex., psicoestimulantes como o metilfenidato e várias preparações anfetamínicas) possam melhorar a atenção e a concentração, permitindo que a criança possa responder mais eficientemente às instruções. Muitos medicamentos e remédios populares e terapias não foram comprovados (p. ex., eliminar temperos alimentares, uso de antioxidantes ou megadoses de vitaminas, estimulação sensorial e movimentação passiva, terapia sensorial integrada, mediante exercícios posturais, treinamento do nervo auditivo e treinamento optométrico para melhorar a percepção visual e processos de coordenação sensoriomotor).
1.2.1.2.1.1. Normas legais - A legislação brasileira impõe a inclusão. Atendimento.
1.2.1.2.1.1.1 NOTA TÉCNICA – Federais.
        i.            Nota Técnica nº 04 - Orientação quanto a documentos comprobatórios de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação no Censo Escolar.
      ii.            Nota Técnica nº 24 - Orientação aos Sistemas de Ensino para a implementação da Lei nº 12.764-2012.
    iii.            Nota Técnica nº 28 - Uso do Sistema de FM na Escolarização de Estudantes com Deficiência Auditiva.
     iv.            Nota Técnica nº 29 - Termo de Referência para aquisição de brinquedos e mobiliários acessíveis.
       v.            Nota Técnica nº 35 / 2016 / DPEE / SECADI / MEC - Recomenda a adoção imediata dos critérios para o funcionamento, avaliação e supervisão das instituições públicas e privadas comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos especializadas em educação especial.
1.2.1.2.1.1.2 LEIS – Federais.
        i.            Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente.
      ii.            Lei nº 10.098/94 - Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.
    iii.            Lei nº 10.436/02 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências.
1.2.1.2.1.1.3 DECRETOS – Federais.
        i.            Decreto Nº 186/08 - Aprova o texto da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e de seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova Iorque, em 30 de março de 2007.
      ii.            Decreto nº 6.949/09 - Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007.
    iii.            Decreto Nº 6.214/07 - Regulamenta o benefício de prestação continuada da assistência social devido à pessoa com deficiência.
     iv.            Decreto Nº 6.571/08 - Dispõe sobre o atendimento educacional especializado - AEE.
       v.            Decreto nº 5.626/05 - Regulamenta a Lei 10.436 que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS.
     vi.            Decreto nº 5.296/04 - Regulamenta as Leis n° 10.048 e 10.098 com ênfase na Promoção de Acessibilidade.
   vii.            Decreto nº 3.956/01 – (Convenção da Guatemala) Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência.
1.2.1.2.1.1.4 PORTARIAS – Federais.
        i.            Portaria nº 243, de 15 de abril de 2016 - Estabelece os critérios para o funcionamento, a avaliação e a supervisão de instituições públicas e privadas que prestam  atendimento educacional a alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
      ii.            Portaria nº 976/06 – Critérios de acessibilidade aos eventos do MEC.
    iii.            Portaria nº 3.284/03 - Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições.
1.2.1.2.1.1.5 RESOLUÇÕES – Federais.
        i.            Resolução nº4 CNE/CEB.
1.2.1.2.1.1.6.1 DOCUMENTOS INTERNACIONAIS
1.2.1.2.1.1.6.2 Convenção - ONU Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência 2007.
1.2.1.2.1.1.6.3 Carta para o Terceiro Milênio.
1.2.1.2.1.1.6.4 Declaração de Salamanca.
1.2.1.2.1.1.6.5 Convenção da Guatemala.
1.2.1.2.1.1.6.6 Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes.
1.2.1.2.1.1.6.7 Declaração Internacional de Montreal sobre Inclusão.
1.2.1.3.Referência de pesquisas bibliográficas.
APA - Associação Americana de Psiquiatria. DSM-IV-TR: Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
ARANHA, M. L. A. História da Educação e da Pedagogia. Geral e Brasil. São Paulo: Moderna, 2006.
ARGOLLO, N. Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade: aspectos neuropsicológicos. Psicologia Escolar e Educacional, 2003. v. 7. n. 2. p. 197-201.
ARIÈS, P. História Social da criança e da família. São Paulo: Zahar, 2006.
ALMEIDA, Amanda; Almeida Maria; Almeida Maykon. Manual para tratamento de disgrafia. 1ª edição. São Paulo. Ed. Abril, 2010.
BARBOSA, Priscila de Souza. Dificuldades de aprendizagem. Disponível em: <oincrivelze.com. br/ > . Acesso em 28 de fevereiro, 2018.
BARKLEY, R. A. et al. Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade. Manual para Diagnóstico e Tratamento. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
BEATÓN, G. A. La persona en lo Histórico-Cultural. São Paulo: Linear, 2005.BENCZIK, E. P. Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade. Atualização Diagnóstica e Terapêutica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.
BOARINI, M. L.. A loucura no leito de Procusto. Maringá: Dental Press, 2006.
BOCK , A. M. B. Psicologia da Educação: cumplicidade ideológica. In: MEIRA, M. E. M.; ANTUNES, M. A. M. (Orgs.). Psicologia Escolar: Teorias Críticas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003, p. 79-104.
BRAVERMAN, H. Trabalho e capital monopolista: a degradação dotrabalho no século XX. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987.
CARARA, Mariane Lemos. Dificuldades de aprendizagem e vulnerabilidade social sob a percepção da comunidade escolar. Disponível em: <www.uniedu.sed.sc.gov.br >>. Acesso em 12 de março, 2018.
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1.2.2.      Identificando sinais no TA.
Considerando a apresentação dos pontos aqui referenciados, ou seja, os sinais prováveis da presença de TA, será elaborado um “QUESTIONÁRIO PSICOPEDAGÓGICO” para ser experimentado durante as nossas práticas laboratoriais que serão desenvolvidas em breve (Agosto, 2020) no CENTRO DE ENSINO E CULTURA UNIVERSITÁRIA e no INSTITUTO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA.
Ressalte que no âmbito da Psicopedagogia Clínica o diagnóstico é clínico e observacional. Não existem exames que possam identificar a presença do TA. De outro defendemos que na Neurociência poderemos fazer uso do Mapeamento Cerebral como forma de identificar disfunção neurobiológica que possam sugerir os TAs.
1.2.2.1.QUESTIONÁRIO PSICOPEDAGÓGICO.
Vamos sugerir uma avaliação com base nas seguintes situações:
Primeiro sinal: A criança que apresentar algum traço do TA vai mostrar em pequenos detalhes, principalmente no ambiente escolar. Nesse caso, o pequeno pode mostrar inteligência, habilidades e atividades gerais de sua vida, mas ela demonstra dificuldade em desempenhar algumas funções acadêmicas. Dificuldades cognitivas.
Segundo sinal: quando a criança apresenta dificuldade de memorização de atividades que envolvam linguagem, leituras, formas gráficas e números.
Terceiro sinal: percepção de atraso no desenvolvimento neuropsicomotor em áreas motoras ou em outras (linguagem, adaptabilidade de interação e autorregulação social).
Quarto sinal: hereditariedade pode ser um fator para a ocorrência de TA na criança. Isto porque há a possibilidade de algum parente do pequeno ter apresentado as mesmas características na vida escolar. Pais, tios, primos, avós; o que pode ter levado a algum deles ter abandonado os estudos.
Quinto sinal: a prematuridade, o baixo peso ao nascerem, complicações ocorridas durante o parto, meningites, crises convulsivas, traumas cranianos com complicações também são fatores identificados em crianças com TA.
1.3.Transtorno de Aprendizagem.
Transtornos de aprendizagem específicos afetam a capacidade de     compreender ou utilizar a linguagem falada; compreender ou usar a linguagem escrita; fazer cálculos matemáticos; coordenar os movimentos; focar a atenção em uma tarefa.
São transtornos que causam discrepâncias entre o potencial e os níveis reais de desempenho acadêmico, assim como as previsões das habilidades intelectuais da pessoa. Os transtornos de aprendizagem envolvem deficiências ou dificuldades na concentração, atenção, linguagem ou processamento visual de informações. O diagnóstico inclui avaliações médicas, psicológicas, intelectuais, educacionais, de fala e linguagem. O tratamento consiste primeiramente na abordagem educacional e, às vezes, terapêuticas médicas, comportamental e psicológica.
Na prática podemos observar que os transtornos podem envolver distúrbios de atenção, memória, percepção, linguagem, solução de problemas ou interação social. Outros transtornos do desenvolvimento neurológico comuns incluem déficit de atenção/hiperatividade, distúrbios do espectro do autismo e deficiência intelectual. 
Distúrbios do neurodesenvolvimento são condições neurológicas identificados em primeiros anos da infância, e sua identificação é mais frequente na fase escolar. Os Transtornos de Aprendizagem estão nesta classificação, de transtorno neurodesenvolvimental. Transtornos neurodesenvolvimental prejudicam o desenvolvimento fisiológico orgânico, pessoal, social, acadêmico, além de ocupacional, em muitas situações envolvem dificuldades de aquisição, e operacionalidade de habilidades ou conjuntos de informações específicas.
O aprendizado é um processo que resulta em modificações estruturais e funcionais do SNC - Sistema Nervoso Central, sendo complexo e dinâmico.  O transtorno de aprendizagem pode ser classificado levando em conta as funções cognitivas afetadas. A importância dada aos problemas relacionados à aprendizagem tem aumentado significativamente na atualidade e isso se deve em grande parte ao fato de que o sucesso do indivíduo está ligado ao bom desempenho escolar.
Para Adams (1973), as dificuldades específicas para a aprendizagem se referem àquela situação que ocorre com crianças que não conseguem um grau de adiantamento escolar compatível com sua capacidade cognitiva e que não apresentam problemas auditivos, visuais, sensoriais ou psicológicos importantes que possam explicar tais dificuldades. O transtorno de aprendizagem se traduz por um conjunto de sinais sintomatológicos que provocam uma série de perturbações no aprender da criança, interferindo no processo de aquisição e manutenção de informações de uma forma acentuada.
É importante estabelecer uma diferenciação entre o que é uma dificuldade de aprendizagem e o que é um quadro de transtorno de aprendizagem. Muitas crianças em fase escolar apresentam certas dificuldades em realizar uma tarefa, que podem surgir por diversos motivos, como problemas na proposta pedagógica, capacitação do professor, problemas familiares ou déficits cognitivos, entre outros.
Transtornos de aprendizagem específicos afetam a capacidade de     Compreender ou utilizar a linguagem falada; Compreender ou usar a linguagem escrita; Fazer cálculos matemáticos; Coordenar os movimentos; Focar a atenção em uma tarefa.  São transtornos que causam discrepâncias entre o potencial e os níveis reais de desempenho acadêmico, assim como as previsões das habilidades intelectuais da pessoa. Os transtornos de aprendizagem envolvem deficiências ou dificuldades na concentração, atenção, linguagem ou processamento visual de informações. O diagnóstico inclui avaliações médicas, psicológicas, intelectuais, educacionais, de fala e linguagem. O tratamento consiste primeiramente na abordagem educacional e, às vezes, terapêuticas médicas, comportamental e psicológica.
Na prática podemos observar que os transtornos podem envolver distúrbios de atenção, memória, percepção, linguagem, solução de problemas ou interação social. Outros transtornos do desenvolvimento neurológico comuns incluem déficit de atenção/hiperatividade, distúrbios do espectro do autismo e deficiência intelectual. 
Distúrbios do neurodesenvolvimento são condições neurológicas identificados em primeiros anos da infância, e sua identificação é mais frequente na fase escolar. Os Transtornos de Aprendizagem estão nesta classificação, de transtorno neurodesenvolvimental. Transtornos neurodesenvolvimental prejudicam o desenvolvimento fisiológico orgânico, pessoal, social, acadêmico, além de ocupacional, em muitas situações envolvem dificuldades de aquisição, e operacionalidade de habilidades ou conjuntos de informações específicas.
1.3.1.      SNC - Sistema Nervoso Central.
Em anatomia, definimos como sistema nervoso central (SNC), ou neuroeixo, ao conjunto do encéfalo e da medula espinhal dos vertebrados. É no SNC que chegam as informações relacionadas aos sentidos (audição, visão, olfato, paladar e tato) e é dele que partem ordens destinadas aos músculos e glândulas.  O sistema nervoso é parte constitutiva da anatomia e fisiologia do ser humano. A, exemplo, dos demais sistemas tem a sua relevância e complexidade.
Podemos dizer que o sistema nervoso tem funções básicas:
a) sensorial;
b) integradora e
c) motora.
O sistema nervoso se divide em sistema nervoso central e sistema nervoso periférico.  O sistema nervoso central (SNC) controla funções voluntárias do nosso corpo, como caminhar, rir e ler. Já o sistema nervoso periférico (SNP) cuida de ações involuntárias, como o batimento do coração, a digestão e a respiração.
Vamos entender conceitos para se adotar posturas profissionais que possam levar a resultados positivos em face da autodeterminação da neurociência. Estudaremos em seguida um resumo conceitual, a diferença entre sistema nervoso central e sistema nervoso periférico apresentando, para isso, as funções e anatomia desses dois sistemas.
1.3.1.1.            Neurociência: Neuroanatomia e Neurofisiologia do Sistema Nervoso.
Para poder melhor explicar a diferença entre sistema nervoso central e sistema nervoso periférico, devemos entender alguns conceitos sobre as funções do sistema nervoso central (SNC) e quais as principais partes que o compõem.
Neuroanatomia é o ramo da anatomia que estuda a organização anatômica do sistema nervoso. Nos animais vertebrados, estuda as inumeráveis ligações entre os nervos do cérebro até a região "periférica" do corpo a qual tem conexão  a estrutura interna do cérebro. O estudo da neuroanatomia desenvolveu uma disciplina em si, embora também represente uma especialização dentro da neurociência. Investiga também, com igual importância, o delineamento das regiões do cérebro, a distinção entre as estruturas e mantêm centralizado seu foco de atenção para a investigação de como este complexo sistema trabalha. Na prática podemos asseverar que os neurocientistas aprenderam na observação sobre "lesões" em áreas específicas do cérebro e como afeta o comportamento na relação com outras funções neurais.
Neurofisiologia é um ramo da fisiologia que tem como objeto de estudo o funcionamento do sistema nervoso. Faz parte do campo científico denominado neurociência. Relaciona-se com a eletrofisiologia, neuroanatomia, neurobiologia, neuroendocrinologia e neuroimunologia; contribuindo para ciências médicas aplicadas como a neurologia e neurofisiologia clínica.
Para melhor compreensão temática dos estudos da Neurociência, o autor recomenda: Categoria: Neuroanatomia.
ESTUDOS DIRIGIDOS.
  1. Aqueduto cerebral.
  2. Bulbo raquidiano.
  3. Centro apnéustico.
  4. Centro pneumotáxico.
  5. Cisterna (neuroanatomia).
  6. Citoarquitetura do córtex cerebral.
  7. Colículo inferior.
  8. Colículo superior.
  9. Comissura anterior.
  10. Corpo de Lewy.
  11. Córtex cerebral.
  12. Diencéfalo.
  13. Dura-máter.
  14. Endocrânio.
  15. Formação reticular.
  16. Fórnix (cérebro).
  17. Funículo anterior.
  18. Funículo lateral.
  19. Funículo posterior.
  20. Gânglio estrelado.
  21. Gânglio simpático.
  22. Girencéfalo.
  23. Giro.
  24. Giro do cíngulo.
  25. Glândula pineal.
  26. Globo pálido.
  27. Grupos de células catecolaminérgicas.
  28. Hemisfério cerebral.
  29. Líquido cefalorraquidiano.
  30. Lobo frontal.
  31. Lobo límbico.
  32. Lobo occipital.
  33. Lobo parietal.
  34. Meninge.
  35. Mesencéfalo.
  36. Neocórtex.
  37. Nervo espinhal.
  38. Núcleo (neuroanatomia).
  39. Núcleo caudado.
  40. Núcleo dorsal da rafe.
  41. Núcleo rubro.
  42. Núcleo do trato solitário.
  43. Núcleo vestibular.
  44. Núcleos da base.
  45. Opérculo parietal.
  46. Pirâmides da medula oblonga.
  47. Ponte (sistema nervoso).
  48. Putâmen.
  49. Quarto ventrículo.
  50. Raiz nervosa.
  51. Sistema coluna dorsal-lemnisco medial.
  52. Sistema límbico.
  53. Sistema ventricular.
  54. Substância branca.
  55. Substância cinzenta.
  56. Substância negra.
  57. Sulco lateral.
  58. Tálamo (anatomia).
  59. Terceiro ventrículo.
  60. Trato corticoespinhal anterior.
  61. Trato corticoespinhal lateral.
  62. Trato espinocerebelar.
  63. Trato espinocerebelar anterior.
  64. Trato espinocerebelar posterior.
  65. Trato espinotalâmico.
  66. Trato espinotalâmico anterior.
  67. Trato espinotalâmico lateral.
  68. Tronco cerebral.
  69. Ventrículos laterais.
  70. Vermis.

O SNC é formado por duas partes principais: o encéfalo e a medula espinhal.

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